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22/06/2017 - Música para arrecadar fundos para vítimas de incêndio em Londres.

Alguns dos maiores nomes da música britânica, incluindo Robbie Williams e The Who, lançaram um single beneficente nesta quarta-feira para arrecadar fundos para as pessoas afetadas pelo incêndio em um prédio residencial em Londres. A música, uma cover de "Bridge Over Troubled Water" da dupla Simon & Garfunkel, também conta com performances de Leona Lewis, James Blunt e de um grande coral composto por moradores da região, incluindo alguns sobreviventes do incidente. Morreram 79 pessoas no incêndio, que consumiu um prédio de 24 andares no dia 14 de junho. Muitas ainda estão desaparecidas, e autoridades sugeriram que o número de mortes continuará a aumentar uma vez que as equipes de resgate ainda realizam buscas no local. O single é uma iniciativa do empresário do pop e jurado de programas de talento na televisão Simon Cowell. A música foi disponibilizada para compra e streaming nesta quarta-feira, e Cowell tuitou que um vídeo será lançado na televisão britânica nesta noite. Toda a renda da música será destinada a Fundação da Comunidade de Londres. Fonte: http://g1.globo.com/musica/noticia/artistas-lancam-musica-para-arrecadar-fundos-para-vitimas-de-incendio-em-londres.ghtml



22/06/2017 - King Diamond: uma lenda do metal.

O dinamarquês Kim Bendix Petersen tem 61 anos e vem cantar em São Paulo, neste domingo (25). E não foram só maquiagem, agudos e peso que fizeram King Diamond ser um dos maiores nomes do metal performático. Para ele, o segredo do sucesso solo e de sua banda Mercyful Fate (1981-1999) está nas "forças ocultas". "Eu sou aberto ao poder do desconhecido", resume por telefone ao G1. "Sempre tive uma relação respeitosa com as forças ocultas e tive experiências sozinho e ao lado de outros. Sem estarmos bêbados, era só sentar em um canto e coisas estranhas aconteciam", recorda. Diamond morou em uma "casa mal-assombrada" na infância. Mas se mudou. E hoje mora em uma casa com apenas quatro lugares "onde coisas estranhas acontecem". "Não há nada nojento ou assustador nisso. Eu me sinto bem com esse tipo de coisa e tenho interesse nisso". Ele tem exemplos e se empolga com eles. "Há uma foto em um festival em 2012 de quando estávamos tocando 'Shapes of black'. Uma amiga fotógrafa me mostrou uma foto que dava para ver uma mulher sem perna, atrás de mim", relata. O show foi na Suécia, quando uma imagem da atriz Jodi Cachia teria aparecido no palco, sendo que ela não estava lá. Pausa para o gatinho Quando começava a contar o segundo caso "inexplicável", houve uma interrupção. "Você pode esperar um segundo? Tenho um gato bem persistente, que queria de qualquer jeito deitar em uns cobertores. O nome deste é Benji", avisa. Após o momento fofo, senta que lá vem história (sobrenatural)... O sogro de King Diamond conseguiu uma bota rara da Segunda Guerra Mundial, encontrada na Hungria. Deu para ele de presente de natal, porque o cantor tem uma coleção de armas e artigos de guerra. Em uma noite, Diamond calçou a bota e ficou em frente à lareira, quando ouviu um barulho intenso. "Pensei que fossem ladrões invadindo a casa", recorda. "Mas tinha ninguém! Eram duas da manhã e tudo estava calmo. Fora da casa, tudo vazio, e sem pegadas na neve", relata. "A única explicação é que o dono da bota pensou: 'ok, você tem a minha bota, então a partir de agora me tem também em sua casa'. Coisas interessantes assim acontecem comigo". Pensou que ia morrer "Em 2010, eu literalmente voltei dos mortos. Sinto que tive uma segunda chance", diz o cantor. Naquele ano, sofreu um infarto e teve que fazer uma cirurgia no coração. "Depois disso, passei a fazer tudo o que o médico me pedia. Parei até de fumar. Agora, é mais fácil de cantar", garante. Ele relata que acordou "antes do que deveria" durante a cirurgia. "Eu estava respirando por aparelhos e foi como estar sendo estrangulado até morrer", descreve. Diamond tentou tirar o aparelho de sua garganta, sua mulher viu e gritou pelos médicos. "Eles vieram e me prenderam na cama. Eu precisava dizer que não estava funcionando. Preferia morrer do que ter aquela sensação. Foi como estar no vídeo de 'One', do Metallica. Sem me comunicar e com a pior sensação do mundo", conta. Cara pintada desde 76 O cantor demora duas horas para fazer a maquiagem e geralmente escuta o setlist do show enquanto seu rosto é pintado. Começou a se maquiar para cantar quando montou sua primeira banda, o Brainstorm, em 1976. "Em 1975, eu vi Alice Cooper. E no ano anterior, tinha visto Genesis com Peter Gabriel. Era tão teatral... Eu nunca tinha visto algo daquele jeito", recorda. Diamond foi ao show sozinho, porque seus amigos diziam coisas do tipo "Ah, o Genesis não é pesado o suficiente". Mas King Diamond é da turma do "Genesis? Nunca critiquei". "O show foi sensacional: as roupas, as músicas... Peter Gabriel voava pelo palco. Não dava para ver os cabos, era bem feito... E foi ali que pensei que se tivesse uma banda, teria que ser algo assim". Mas existem diferenças entre King Diamond e Kim Petersen? "Só a maquiagem. Sem a cara pintada, acredito nas mesmas coisas e vivo do mesmo jeito. King Diamond é uma pequena extensão de Kim Petersen. Nunca fui uma armação, é algo real. Só tem algumas coisas que faço como King Diamond que talvez o Kim seria preso se fizesse, é claro". Liberation Festival com King Diamond Quando: Domingo, 25 de junho, a partir das 16h Onde: Espaço das Américas - Rua Tagipuru, 795 Censura: 16 anos (desacompanhados). Menores dessa idade acompanhados dos pais ou responsáveis legais. Ingressos: Pista: R$ 300,00 (inteira) | R$ 150,00 (meia-entrada) Pista Premium: R$ 500,00 (inteira) | R$ 250,00 (meia-entrada) Mezanino: R$ 500,00 (inteira) | R$ 250,00 (meia-entrada) Compra pela internet no site Ticket 360 Horários das atrações: 17h30 - Test 18h10 - Heaven Shall Burn 19h10 - Carcass 20h30 - Lamb of God 22h15 - King Diamond Fonte:http://g1.globo.com/musica/noticia/king-diamond-uma-lenda-do-metal-que-vive-entre-fantasmas-gatinhos-e-experiencias-de-quase-morte.ghtml



22/06/2017 - Empresa catarinense investe em alternativa sustentável para absorventes íntimos.

Vender e ajudar. Essa é a proposta da Korui, uma empresa catarinense em que clientes colaboram com outras mulheres comprando produtos para mulheres. Com alternativas para a higiene íntima sustentável voltadas para o ciclo menstrual, a startup de Florianópolis pretende desconstruir tabus. O exemplo de inovação a favor da mulher e meio ambiente integra a série de reportagens do SC+. A empresa busca reverter por meio da responsabilidade social e ambiental uma reflexão e mudança de atitude envolvendo a menstruação, já que durante a vida fértil, que gira em torno de 40 anos, uma mulher passa por 520 ciclos. Nesse período são utilizados ao menos 10 mil absorventes que são transformados em lixo, que levam cerca de cem anos para desaparecer da natureza. “A Korui busca transformar a sociedade, quebrar preconceitos. Os produtos mudam o relacionamento das mulheres com o próprio corpo e respeita seu funcionamento. Nossa missão é incentivar uma forma de higiene íntima natural, que dá valor a saúde, a praticidade, ao sangue menstrual e respeita a beleza do corpo feminino”, afirma Luisa Cardoso, sócia e fundadora da marca. Em busca de alternativas, Luisa, de 31 anos, e o marido Pedro Henrique Alves, de 33 anos, investiram no primeiro braço do negócio, em 2013, com o desenvolvimento de absorventes de pano. “Foram meses de testes em busca da combinação de tecidos mais eficiente, da melhor absorção, conforto e ajustes”, lembra. A empreendedora conta que, por muito tempo, a indústria de absorventes descartáveis relacionou a menstruação à sujeira. "Não acredito que foi intencional, mas eles criaram um tabu em volta da menstruação onde o comercial não mostra nem o sangue vermelho, mostra o sangue azul. Os absorventes descartáveis contém até neutralizadores de odor, passando a impressão do nosso sangue ter mau-cheiro. Mas, o cheiro que sentimos vem da reação do sangue com os químicos presentes nestes absorventes. Quando usamos produtos mais naturais descobrimos que o sangue menstrual é na verdade muito limpo e não cheira mau." Segundo a fundadora, desde o início o foco principal foi de oferecer opções que posicionam a favor do poder das mulheres, do Girl Power, e que refletem diretamente nas vidas das consumidoras. "Não me imagino mais usando absorvente de plástico e ter aquela sensação de novo. Pode parecer loucura, mas menstruar não é mais tão incômodo, não tenho mais alergia, não me sinto suada, como era antes. O cuidado de lavar os absorventes depois do uso, esse contato com meu sangue me ligou mais ao meu corpo ainda. Quando preciso usar descartáveis, em viagens por exemplo, sinto muita diferença", explica Carla Bogel, que desde 2015 utiliza o produto. Diante das novas tendências de mercado, a Korui desenvolveu em 2014 um coletor menstrual com design próprio. O produto é maleável, ajustável ao corpo, feito de silicone hipoalergêncio e antibacteriano, responsável por coletar o sangue da menstruação. As usuárias garantem que os benefícios são ambientais, físicos, emocionais e financeiros. "Acredito que muitas meninas cresceram como eu, achando que o período menstrual é um momento sombrio e esquisito em que temos uma série de restrições. Para mim, a utilização do coletor quebra um tabu: não tenho mais nojo do meu sangue, não acho mais que tenho que ir ao banheiro na surdina para ninguém desconfiar que estou no meu ciclo, não estranho mais o que é natural e estou adorando todo esse processo. Sem contar que meu armário não tem mais aquele monte de absorvente que fica no mundo para sempre depois que vai pra lata de lixo", disse Fernanda Nagashima. Os produtos podem ser utilizados muitas vezes e podem durar até 10 anos, portanto, compensam o investimento. O valor é a partir de R$ 19 para absorvente e R$ 82 do coletor. Mas, a realidade é que pequena parcela da população pode pagar o preço, principalmente em regiões mais pobres. No entanto, a empresa apresenta uma forma de mudar a realidade de meninas e mulheres carentes, que, sem acesso aos métodos comerciais, utilizam papéis, entre outros recursos. Além de ficarem mais suscetíveis às infecções, são ridicularizadas por adotarem essas práticas por conta do alto custo dos produtos. Então a Koreui resolveu que para cada dez coletores vendidos, um será doado para as comunidades em necessidade. Assim, a startup propõe de ir além do comércio, da venda. "O faturamento da empresa é uma forma de tornar possível a transformação de vidas para gerar mais saúde, confiança e dignidade", finaliza. A entrega das doações referentes às vendas do último mês está prevista para julho e será feita no norte de Minas Gerais e Vale do Jequitinhonha. A empresa também tem a preocupação em manter um relacionamento constante com a mulher, de fornecer conteúdo para explicar os cuidados com a saúde neste período. "Nós vemos muitos comentários receosos a respeito desta escolha. 'Mas como lava?' é a pergunta que mais ouvimos. Com os esclarecimentos, elas descobrem que o uso é bem mais fácil do que se imagina. Eles não vazam, atendem super bem as necessidades. Nós queremos resgatar um mundo no qual o natural é belo e o corpo feminino mágico", afirma. Fonte: http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/sc-mais/noticia/empresa-catarinense-investe-em-alternativa-sustentavel-para-absorventes-intimos.ghtml



22/06/2017 - Bailarina brasileira formada no Bolshoi em SC leva prêmio máximo.

A bailarina brasileira Amanda Gomes, formada pela Escola Bolshoi do Brasil, em Joinville, foi premiada na terça-feira (20) em uma das competições mais prestigiadas da Rússia. Ela recebeu medalha de prata na XIII Moscow Ballet Competition, na categoria sênior duo. Foi a premiação máxima, já que não houve distribuição de medalha de ouro nessa categoria. Amanda passou por três fases e concorreu com bailarinas de todo o mundo. O parceiro dela, Mikhail Timaev, venceu na categoria "melhor partner". Os dois apresentaram um "pas de deux" dos balés "A Bela Adormecida", "Laurência" e "Lago dos Cisnes". O concurso acontece a cada quatro anos no Teatro Bolshoi, em Moscou. Carreira vitoriosa Natural de Goiânia, a bailarina, de 21 anos, tem 16 de carreira e, atualmente, é solista da Ópera de Kazan, na Rússia. Antes, foi bailarina da Cia. Jovem Bolshoi Brasil durante dois anos. Amanda chegou a Joinville aos 10 anos com a família para estudar balé. Atualmente, tem no currículo vitórias nos concursos mais importantes do mundo, como nos EUA, Turquia, Rússia. Em julho de 2016, Amanda venceu o The Varna International Ballet Competition, na Bulgária, considerado o maior concurso de dança do mundo. Ela concorreu com 140 bailarinos do mundo inteiro Bolshoi Brasil Em Joinville, a Escola do Teatro Bolshoi atua há 17 anos e atualmente tem 228 alunos, de 22 estados brasileiros. Desde 2012, 100% dos estudantes têm bolsa de estudos com cobertura total dos custos. Fonte: http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/bailarina-brasileira-formada-no-bolshoi-em-sc-leva-premio-maximo-em-competicao-na-russia.ghtml



22/06/2017 - Cia. Deborah Colker estreia espetáculo

Joinville se prepara para receber mais uma edição do Festival de Dança, entre 18 e 29 de julho. Neste ano, a Cia Deborah Colker estreia o novo trabalho “Cão sem plumas” na Noite de Abertura. O espetáculo é baseado no poema homônimo de João Cabral de Melo Neto, publicado em 1950. “É sobre coisas inconcebíveis, que não deveriam ser permitidas. É contra a ignorância humana. Destruir a natureza, as crianças, o que é cheio de vida”, conta a coreógrafa Deborah. A 35ª edição tem 12 dias de programação, com a participação de bailarinos de 17 estados, do Distrito Federal e da Argentina e Paraguai. Ao todo, são 7,8 mil participantes entre dançarinos, estudantes, professores, profissionais e artistas convidados. A Noite de Gala, em 24 de julho, será uma homenagem ao legado deixado pelo festival com o espetáculo “Gala 35 anos Festival de Dança de Joinville”, dirigido pelo bailarino e coreógrafo Marcelo Misailidis. A apresentação conta com a participação de bailarinos que atuam na Europa, América e em grandes companhias do país. O festival ainda tem a Mostra Competitiva, Meia Ponta, Palcos Abertos, Mostra Contemporânea de Dança, Estímulo Mostra de Dança e a Feira da Sapatilha. A Noite dos Campeões, que leva de volta ao palco os melhores bailarinos e grupos da edição, encerra a programação. Ingressos Os ingressos podem ser comprados pela internet ou no Instituto Festival de Dança, das 10h às 12h e das 13h às 17h, de segunda a sexta-feira. Noites especiais e Mostra Competitiva: de R$ 22 a R$ 106 Estímulo Mostra de Dança e Mostra Contemporânea: R$ 24 Meia Ponta: R$ 26 A meia-entrada é concedida a estudantes, idosos, ciclistas, doadores de sangue, portadores de deficiência e professores da rede pública de Joinville. Mostra Competitiva 20 de julho |19h| Balé Clássico de Repertório e Jazz 21 de julho |19h| Balé Neoclássico e Danças Populares 22 de julho |19h| Balé Clássico de Repertório e Sapateado 23 de julho |19h| Balé Neoclássico e Danças Populares 25 de julho |19h| Dança Contemporânea e Danças Urbanas 26 de julho |19h| Sapateado e Jazz 27 de julho |19h| Dança Contemporânea e Danças Urbanas 28 de julho |19h| Balé Clássico de Repertório e Jazz Meia Ponta 21 de julho | 14h e 16h | Danças Populares e Balé Neoclássico e Balé Clássico de Repertório 22 de julho | 14h e 16h | Jazz, Balé Neoclássico e Balé Clássico de Repertório 23 de julho | 14h e 16h | Dança Contemporânea, Danças Urbanas e Sapateado 24 de julho | 14h e 16h | Tarde dos Campeões Estímulo Mostra de Dança 20 de julho | 17h | “Concerto de Outono” e “Labirinto” - CEP em Arte Basileu França (GO) 27 de julho | 17h | “Dois Olhares” - Cia Eliane Fetzer (PR) Mostra Contemporânea de Dança 22 de julho | 17h | “Auto-matismos” – Automatismo (CE) 26 de julho | 17h | “O Crivo” - Grupo Ateliê da Dança (GO) 28 de julho | 18h | “Escuta! Performance Urbana - Companhia: Hibrida (RJ) 29 de julho | 17h | “Non Stop” - Companhia: Híbrida (RJ) Fonte: http://g1.globo.com/sc/santa-catarina/noticia/cia-deborah-colker-estreia-espetaculo-no-35-festival-de-danca-de-joinville.ghtml